sábado, 2 de outubro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
...ver as coisas como elas realmente são...
Vipassanā (Pāli) ou vipaśyanā (sânscrito) significa "insight", ver as coisas como elas realmente são. Mesmo tendo sido ensinada na Índia há 2500 anos por Gautama, o Buda, a Meditação Vipassana não está ligada ao budismo ou a qualquer outra religião, podendo ser praticada por todos independentemente de crenças religiosas. Enquanto as práticas da meditação variam de tradição em tradição, o princípio subjacente é a investigação e entendimento dos fenômenos manifestados nos 5 agregados (skandhas), nomeados como apego à forma física (rūpa), sensações ou sentimentos (vedanā), percepção (saṃjñā, Pāli saññā), formações mentais (saṃskāra, Pāli saṅkhāra) e consciência (vijñāna, Pāli viññāṇa). Este processo é um caminho para a experiência da percepção direta, vipassanā.
Num sentido mais amplo, vipassanā tem sido usada como um dos dois polos para a categorização da Meditação Budista, sendo o outro a samatha (Pāli) ou śamatha (Sanskrit). A Samatha visa o desenvolvimento da tranqüilidade através de estados de absorções meditativas, comum em diversas tradições em todo o mundo, tendo se espalhado principalmente através do yoga. É normalmente usada como uma iniciação ao vipassanā, tranquilizando a mente e fortalecendo a concentração para tornar possível o "insight". Esta dicotomia pode ser discutida como "parar e observar." Na prática Budista, é dito que enquanto a samatha pode tranquilizar a mente, somente o "insight" pode revelar como os distúrbios da mente se iniciaram, guiando o indíviduo ao prajñā (Pāli: paññā, conhecimento) e ao jñāna (Pāli: ñāṇa, sabedoria pura), assim o prevenindo de novos distúrbios.
O termo é ainda usada para denominar o Movimento Budista Vipassana, moldado após o Budismo Theravāda, que emprega a meditação Vipassanā e ānāpāna como técnicas primárias nos ensinamentos de Satipaṭṭhāna Sutta. Vedanā (sentimento/sensação) é o aspecto inicial da investigação.
Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra "Buda" denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual. Pode-se fazer uma analogia com a designação "Presidente da República" que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.
O budismo reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha). A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que as outras duas.
Atualmente, as referências ao Buda referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo. Ele seria, portanto, o último Buda de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo. Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi, quando mudou seu nome para Buda, que quer dizer "iluminado"
Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] - a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial - na qual o Buda nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:
"Brâmane, assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é desperto."
- fonte wikipédia -
afetuosamente, virgínia
" não existe conflito entre bem e mal mas entre conhecimento e ignorância " Buda - Siddhartha Gautama
Num sentido mais amplo, vipassanā tem sido usada como um dos dois polos para a categorização da Meditação Budista, sendo o outro a samatha (Pāli) ou śamatha (Sanskrit). A Samatha visa o desenvolvimento da tranqüilidade através de estados de absorções meditativas, comum em diversas tradições em todo o mundo, tendo se espalhado principalmente através do yoga. É normalmente usada como uma iniciação ao vipassanā, tranquilizando a mente e fortalecendo a concentração para tornar possível o "insight". Esta dicotomia pode ser discutida como "parar e observar." Na prática Budista, é dito que enquanto a samatha pode tranquilizar a mente, somente o "insight" pode revelar como os distúrbios da mente se iniciaram, guiando o indíviduo ao prajñā (Pāli: paññā, conhecimento) e ao jñāna (Pāli: ñāṇa, sabedoria pura), assim o prevenindo de novos distúrbios.
O termo é ainda usada para denominar o Movimento Budista Vipassana, moldado após o Budismo Theravāda, que emprega a meditação Vipassanā e ānāpāna como técnicas primárias nos ensinamentos de Satipaṭṭhāna Sutta. Vedanā (sentimento/sensação) é o aspecto inicial da investigação.
Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra "Buda" denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual. Pode-se fazer uma analogia com a designação "Presidente da República" que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.O budismo reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha). A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que as outras duas.
Atualmente, as referências ao Buda referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo. Ele seria, portanto, o último Buda de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo. Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi, quando mudou seu nome para Buda, que quer dizer "iluminado"
Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] - a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial - na qual o Buda nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:
"Brâmane, assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é desperto."
- fonte wikipédia -
afetuosamente, virgínia
" não existe conflito entre bem e mal mas entre conhecimento e ignorância " Buda - Siddhartha Gautama
terça-feira, 7 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Pai - virgínia além mar
PAI
Na solidão
No escuro na noite
Ante os desafios
Onde o medo infantil é cruel
Tua presença introjectada
Teu carinho encorajador
Estiveram presentes
Pai também depositaste confiança
E semeaste valores que protegem
Amigo soubeste ser
Ensinaste a rir de si mesmo
A jogar ,brincar com adversidades
E a levar a sério o respeito
A consideração para com todos
Pai muito de ti em mim vive
E desta parcela do aprendido
Retiro forças para perseverar na singularidade
Com admiração
Com amor eterno e gratidão
Sei que na imensidão consegues distinguir
Meu olhar a ti dirigido ...
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
uma biografia poética sobre este mestre amigo na minha coluna no VMD
"A vida é para quem voa, correr é se arriscar"
Na solidão
No escuro na noite
Ante os desafios
Onde o medo infantil é cruel
Tua presença introjectada
Teu carinho encorajador
Estiveram presentes
Pai também depositaste confiança
E semeaste valores que protegem
Amigo soubeste ser
Ensinaste a rir de si mesmo
A jogar ,brincar com adversidades
E a levar a sério o respeito
A consideração para com todos
Pai muito de ti em mim vive
E desta parcela do aprendido
Retiro forças para perseverar na singularidade
Com admiração
Com amor eterno e gratidão
Sei que na imensidão consegues distinguir
Meu olhar a ti dirigido ...
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
uma biografia poética sobre este mestre amigo na minha coluna no VMD
"A vida é para quem voa, correr é se arriscar"
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Divagações II – virgínia além mar
Ao andar pela cidade, diariamente por quarenta e cinco minutos, muitos pensamentos e reflexões me assolam. Penso quando a noite no computador, irei registrar tais considerações. Retorno ao trabalho e a inspiração é tragada pelas angústias e dores dos pacientes. Entrego-me e esqueço da Poesia, da reflexão e cota de alegre descoberta mental. A noite enfim sento-me frente ao PC na esperança de que a bela idéia retorne mas ao contrário um branco absoluto instala-se. Como não bastasse a si mesma, a falta traz consigo um sentimento de total desnecessidade de algo registrar, como se aquilo, o isto que me pareceu de alguma importância já não a tivesse e num disparate desnecessário tornara-se.
Então procuro por uma palavra que traduza a palidez casta da lua as cinco da tarde. Rogo por uma expressão capaz de, ligeiramente, capturar as cores da água que corre e leva consigo imagens ribeirinhas. Persigo um adjetivo que defina a abóboda celeste regada de misteriosa lentidão, indiferente a pressa humana soprada pelo hálito das vinte horas. Reviro um dicionário mental sem encontrar o signo que transcenda o delírio dos amantes ...
São estes todos meus particulares invernos, como se a neve dos pólos em meu cérebro estivesse...
Mas é de fato inverno no sul, menos rigoroso mas típico, com manhãs geladas, chuva abundante e algumas flores da estação amenizando meios dias de mãos nos bolsos e pés enfiados em meias e botas deixando abafados dedinhos que sentem uma saudade danada de pisar em cálidas areias e transpirar livremente.
Um olé é necessário; temos agasalhos e por aqui grandes calamidades não houveram.
Borbulha no frasco que contem frágil existência, uma herança; fragrância dos trópicos quimeras da primavera eterna a soprar é a vida e nela cabem lembranças e sobretudo esquecimentos e a eles brindo pois que outono com sucesso alcançou seu final e consigo tantas crianças e fizeram-nos crer que as que vivem no céu sorriem, por doce inocência e latente uma palavra ressurge no horizonte entre raios e trovões desta noite; vida !
terça-feira, 15 de junho de 2010
COPA do Mundo COPA do Brasil - Convite
COPA do Mundo COPA do Brasil
* virgínia além mar
que seja repleta de Poesia
a alma do torcedor brasileiro
quando a Bola cria asas no gramado
e os peitos apertados de aflição
gritam, choram, vibram por cada chute
driblando as crises pessoais
e de um Pais onde há tanto por fazer
craques e torcida da vida real esquecem
é o sonho da vitória, das conquistas
e glória que toma conta das mentes
e faz explodir em comunhão brancos
negros, amarelos todos vestidos
das cores nacionais
no hino e no ritmo do belo jogo
a união é o que vale
que todo ano seja de copa
que cada dia seja de torcida e glória
sobre a fome e as safadezas
Viva a festa, viva a comunhão
em torno de um ideal, vencer
orgulhar-se de pertencer à nação
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
visite -na AVSPE evento Copa 2010 http://www.avspe.eti.br/eventos/copa2010/index1.htm
* virgínia além mar
que seja repleta de Poesia
a alma do torcedor brasileiro
quando a Bola cria asas no gramado
e os peitos apertados de aflição
gritam, choram, vibram por cada chute
driblando as crises pessoais
e de um Pais onde há tanto por fazer
craques e torcida da vida real esquecem
é o sonho da vitória, das conquistas
e glória que toma conta das mentes
e faz explodir em comunhão brancos
negros, amarelos todos vestidos
das cores nacionais
no hino e no ritmo do belo jogo
a união é o que vale
que todo ano seja de copa
que cada dia seja de torcida e glória
sobre a fome e as safadezas
Viva a festa, viva a comunhão
em torno de um ideal, vencer
orgulhar-se de pertencer à nação
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
visite -na AVSPE evento Copa 2010 http://www.avspe.eti.br/eventos/copa2010/index1.htm

sexta-feira, 4 de junho de 2010
Pelo Meio Ambiente e por nós mesmos - virgínia além mar
Falar de meio ambiente sem mencionar a importância dos povos indígenas é cometer erros do passado, assim como falar do meio ambiente sem tocar na questão da ecologia mental-afetiva( Felix Guattari ) seria um equívoco que criaria um abismo ainda maior entre o homem e seu meio, o ambiente que ele cria, melhor co-criador é o homem contemporâneo, mais que no passado pois a consciência de interferência humana na natureza que o acolhe e que faz parte, já é bastante ampla e difundida.
Mesmo que querendo esquecer e mergulhar numa atitude alienada e desinteressada, já não é mais possível ao homem sonâmbulo encontrar abrigo fora das lutas comuns a todo aquele que traz em si o mais forte clamor biológico; a preservação da espécie. Para que seu direito seja preservado os dos demais igualmente terão que ser respeitados, incluindo fauna e flora. Homens do campo, da floresta, das montanhas, do litoral, ou seja, todos constituem uma só raça com um diversidade impressionante. As diferenças culturais se enriquecem e muitas dignidades são louváveis, conquistas a serem aprendidas, contempladas com humildade e reverência.
Nesta semana do Meio Ambiente, no dia em que culminam as manifestações desejo não calar, assim como tenho expressado modestamente meu clamor à terra e aos índios, meus irmãos em poesia, deixo-os com meu mais profundo e caloroso abraço queridos amigos com estas singelas palavras em defesa do que é simples, real e magnífico; pisar este chão, respirar ao ar livre sem máscaras, mergulhar em águas puras, morder os frutos frescos e sem pesticida, deixar uma chuva fina lavar as culpas por inúmeras vezes esquecer de louvar e ajudar a replantar o que se destrói e ou usurpa sem limites.
Então que flor orvalhada possa conter a ânsia de que as crianças sejam a esperança e que possam no futuro olhar para trás e agradecer por termos virado o jogo a tempo de seus próprios filhos regalarem-se com alguns encantos naturais.
mais uma dica lindíssimo vídeo de uma banda que adoro
Enigma - Return To Innocence
... Uma criança no escuro, tomada de medo, tranqüiliza-se cantarolando. Ela anda, ela pára, ao sabor de sua canção. Perdida, ela se abriga como pode, ou se orienta bem ou mal com sua cançãozinha. Esta é o esboço de um centro estável e calmante, no seio do caos. Pode acontecer que a criança salte ao mesmo tempo que canta, ela acelera ou diminui seu passo; mas a própria canção já é um salto: a canção salta do caos a um começo de ordem no caos, ela arrisca também deslocar-se a cada instante...(Deleuze e Guattari - nós inventamos o Ritornelo
Nesta semana do Meio Ambiente, no dia em que culminam as manifestações desejo não calar, assim como tenho expressado modestamente meu clamor à terra e aos índios, meus irmãos em poesia, deixo-os com meu mais profundo e caloroso abraço queridos amigos com estas singelas palavras em defesa do que é simples, real e magnífico; pisar este chão, respirar ao ar livre sem máscaras, mergulhar em águas puras, morder os frutos frescos e sem pesticida, deixar uma chuva fina lavar as culpas por inúmeras vezes esquecer de louvar e ajudar a replantar o que se destrói e ou usurpa sem limites.
Então que flor orvalhada possa conter a ânsia de que as crianças sejam a esperança e que possam no futuro olhar para trás e agradecer por termos virado o jogo a tempo de seus próprios filhos regalarem-se com alguns encantos naturais.
mais uma dica lindíssimo vídeo de uma banda que adoro
Enigma - Return To Innocence
... Uma criança no escuro, tomada de medo, tranqüiliza-se cantarolando. Ela anda, ela pára, ao sabor de sua canção. Perdida, ela se abriga como pode, ou se orienta bem ou mal com sua cançãozinha. Esta é o esboço de um centro estável e calmante, no seio do caos. Pode acontecer que a criança salte ao mesmo tempo que canta, ela acelera ou diminui seu passo; mas a própria canção já é um salto: a canção salta do caos a um começo de ordem no caos, ela arrisca também deslocar-se a cada instante...(Deleuze e Guattari - nós inventamos o Ritornelo
Assinar:
Postagens (Atom)







