domingo, 17 de maio de 2009

Arrebatamentos EBook

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EBook Arrebatamentos

http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1556409

parabenizo a iniciativa da Comunidade Poemas a flor da Pele
na pessoa de Soninha Porto e demais coordeadoresà amiga Bilá Bernardes meu agradecimento especial por ter-me convidado a este evento .
Aos Poetas que integram a Antologia bem como aos Artistas Plásticos
meus cumprimentos .
A obra está belísssima e fico imensamente honrada ,
abraços a todos da comunidade Poética

psicofilopoesia



Alguns pensamentos

Eliana f.v. – Li Andorinha

Em mim...sentidos estranhos povoam
Redemoinho de pensamentos
Num conflito constante

Conquistador é o estar só...
mas também, o com-viver é charmoso
São como... a rosa e o beija-flor

Perfeito seria se o afeto
estivesse mais presente
sem assim aprisionar.. .
o colorido de cada um

Que a gentileza fosse...
amorosamente exercida

E o cuidado para com todos os seres...
Interagisse com encantamento. ..
Deixando livre... Nossas almas
#################

A bela Poesia reflexão da Poeta Li Andorinha fez lembrar-me da fábula dos Porcos Espinhos atribuida ao Filósofo do sec. XIX Arthur Schopenhauer citado pelo
n. menos talentoso S. Freud. Somos realmente muito parecedos com porcos espinhos no inverno ...
Aprender a medida ( distancia )ideal é o desafio de uma saudável convivencia ...
Dilemas humanos demasiadamente humanos...
Relembrando a Parábola dos porcos espinhos ...
Um dia de inverno glacial, os porcos espinhos de um rebanho apinharam se a fim de se protegerem contra o frio pelo calor recíproco, salvando-se assim do congelamento.Porem, dolorasamente encomodados pelos espinhos, eles não tardaram em voltar a se afastar uns dos outros. Obrigados a reaproximarem-se por causa do frio persistentem, sentiram novamente a açao desagradavel dos espinhos; estas alternâncias de aproximação e afastamento duraram ate que eles encontraram uma distancia conveniente onde puderam melhor tolerar os males.

Um episódio da vida do filófoso- Em 1821 residia Arthur S. numa pensão, cuja maioria dos moradores eram senhoritas de idade avançada e tinham o desagradável hábito de espionar a chegada de supostas amantes, recebidas por Schopenhauer em seus aposentos. Certa noite, Schopenhauer, perdendo a paciência com uma destas visinhas a costureira Caroline-Louise Marquet e atirou-a escada abaixo. Foi processado e condenado a pagar mensalmente até a morte da curiosa moça, uma quantia consideral , por vinte anos !
Durante este longo período Schopenhauer estava bastante deprimido, aborrecido com o saldo negativo de sua reação impetuosa...
O Filósofo foi autor da grande, entre outras obras importantes, de O Mundo como Vontade de Representação , denominado por Nietzsche de "o cavaleiro solitário", faleceu, com 72 anos de idade, vítima de pneumonia num mes de setembro de 1860. virgínia além mar
sejam bem vindos ao artefilospsipoesia

sábado, 16 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

otium -Bom final de semana !

"euthymia” -

Bom final de semana !

Não só a criação é poética. Também a contemplação é poética. - M.Heidegger



na tranquilidade
chronos não me fere
usufruo de kairós
e da eternidade - virgínia

O ideal grego de ócio chegou a Roma por meio das obras de Aristóteles,
Platão e Epicuro.
Um dos primeiros romanos a se dedicar ao estudo do ócio foi Sêneca.
Para Sêneca , a simplicidade é considerada uma virtude, e a vida, tranqüila

e contemplativa.

A serenidade deve ser cultivada como uma aspiração da alma e ausência de inquietação, próxima do ser divino. O cultivo da mente através da meditação deve ser um dos objetivos do homem para que possa viver em harmonia. Os gregos chamavam este equilíbrio da alma de “euthymia”, cuja interpretação

se aproxima do conceito de “tranqüilidade”. Alguns filósofos da modernidade também refletiram sobre a necessidade do ócio para o homem.

Nietzsche inicia o prefácio de sua obra Crepúsculo dos Ídolos ressaltando a serenidade como um meio para se atingir o êxito na vida. Afirma que “o ócio

é o começo de toda a psicologia”.

Em outra obra, Nietzsche declara a necessidade do homem vivenciar o ócio,

pois está estreitamente relacionado à contemplação. O filósofo denuncia
que “por falta de tranqüilidade a nossa civilização se transformou numa nova barbárie”.

Há uma valorização excessiva das atividades em detrimento de momentos contemplativos,
“em nenhum outro tempo os ativos, isto é, os intranqüilos, valeram tanto”.

Nesse contexto, muitos eruditos se igualam aos “homens ativos”, pois

valorizam essa espécie de fruição precipitada; “os eruditos se envergonham
do otium (ócio)”

Nietzsche prossegue fazendo uma ressalva:
Se o ócio é realmente o começo
de todos os vícios, então ao menos está bem próximo de todas as virtudes; o ocioso é sempre um homem melhor do que o ativo – Mas não pensem que, ao falar de ócio e lazer estou me referindo a vocês, preguiçosos .

Os homens ativos rolam como pedra, conforme a estupidez da mecânica –

Todos os homens se dividem, em todos os tempos e também hoje, em
escravos e livres; pois aquele que não tem dois terços do dia para si é
escravo, não importa o que seja: estadista, comerciante, funcionário ou
erudito. - Nietzsche .

Russell outro filósofo da modernidade, em suas obras, aproximou-se da questão do ócio (ele diz que foi educado conforme os “preceitos do provérbio alemão segundo o qual o ócio é o pai de todos os vícios”. O filósofo revela que passou a vida inteira trabalhando arduamente por ter acreditado nesse preceito. Apesar disso, faz um “elogio ao ócio”, por considerá-lo necessário ao equilíbrio humano.

“o prazer real e permanente é a serenidade. Nada produz tanta tranqüilidade como fazer poucas coisas, não se meter em ações desagradáveis e não ir além das próprias forças” Epicuro

Cabe ao homem aprender a vivenciar o ócio, contemplar , admirar e vivenciar kairós - tempo qualitativo que se opõe a chronos - tempo quantitavivo) e reinventar-se ...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

às mães

mãe

tuas mãos
apagam amargura
teu corpo
leito ...
textura
*virgínia


às mães



um abraço diário, constante

renovador
da esperança

acolhedor
na saudade

vivificante
ao olhar que
orgulhosamente sadio
empresta confiança e coragem
aos seus,
afetuosamente, virgínia

quinta-feira, 7 de maio de 2009

poetando


Uma histeria colectiva
Arrasta as multidões
Para um mesmo lugar,
Sem destino determinado.

Do Mundo,
A Identidade,
Evadiu-se.

O estereótipo,
Instalou-se,
E a monotonia,
Permanece.

A ilusão do Mesmo,
Quedou-se.
Abafou-se
A diversidade. -
Isabel Rosete Aveiro Portugal http://isabelrosete .blogspot. com/ http://isabelrosete heidegger. blogspot. com/http://isabelrosete filosofias. blogspot. pt http://www.prof2000 .pt/users/ secjest/Isaroset e/omeupensamento viaja.htmhttp://www.vaniadin iz.pro.br



como E s C r e Vejo-me
* virgínia além mar
quando creio-me vazia escrevo
e percebo o quão repleta de imagens estou
as palavras carregam meus símbolos
inauguram outros
atam-me às estrelas
puxam-me ao fundo do oceano
retorno amanhecida ...

quando em mim não caibo também escrevo
e retorno ao vazio que ansiava
como as marés não cesso
sedo ao diálogo íntimo e universal
costurando figuras na borda do pensamento...
um mel jorra nesta fonte
uma cratera encontro
um vulcão reacende ...

ainda gemo, flamejo
ainda cresço no solo de mim mesma
ainda semeio chamas a ao meu redor ...

escrever é circular, é revolução...
é reencontro com águas, terras, sol
e ar
e mais um punhado de mar ...
* virgínia

terça-feira, 28 de abril de 2009

Dia da Educação-

''Cultura e arte são instrumentos privilegiados para a educação''
Talita Mochiute -http://aprendiz.uol.com.br/content/wreswewron.mmp



Dia da Educação... que educação?
HOJE É DIA DO QUE NÃO EXISTE!
Flávio Boleiz Júnior (Em referência ao dia 28 de abril de 2008 - Dia da Educação)

http://blog.forumeducacao.zip.net/
* Flávio Boleiz Júnior é ecopedagogo e pesquisador em educação.
É representante oficial da Carta da Terra no Brasil.
boleiz@usp.br


“Uma escola que vai mal, vai mal porque não tem condições de ensino. Se a escola pública ruim tiver alunos, por que ela vai alterar a sua dinâmica? Essa mentalidade [de que é melhor estudar em uma escola ruim do que não estudar] é que tem mantido a... posso usar uma palavra forte? A mediocridade nesse país. Melhor o ruim do que o nada. Eu já penso assim: melhor nada que o ruim. Porque aí, o nada para mim é buscar o melhor.”Neide Noffs, diretora da Faculdade de Educação da PUC-SP, em entrevista sobre a tabulação dos resultados do Enem do ano passado por instituições de ensino (Folha de SP, 29/4)

“O bom rapaz da favela vai aprender coisas importantes [na escola pública], mas não são coisas valorizadas, que caem no vestibular. Outra coisa é o seguinte: na escola privada tem uma cobrança maior, professor não pode faltar; na pública, ele falta. Então, essas coisas sim são diferentes.

Agora, se você pensar em termos de métodos pedagógicos, as duas escolas estão iguaizinhas. As duas estão muito ruins. O sistema de ensino da escola privada é de séculos atrás, igual ao da pública.

Ainda pegam crianças e confinam em classe.
Isso é uma coisa criminosa.
Não para o senso comum, mas, para especialistas, sim.”-Vitor Henrique Paro, professor da Faculdade de Educação da USP, em entrevista sobre a tabulação dos resultados do Enem do ano passado por instituições de ensino (Folha de SP, 29/4)

se Educa
capricha na escuta
um novo ser ao mundo veio
mudo ?
surdo ?
estúpido ?
não creio
chegou atento
aberto
com olhos
a ver
mãos para conhecer
surge como esperança
pois se novo
mundaças
estará a promover

se educas
facilita o outro a p en s a r
e a ser a mundaça
que dele
se espera
e não apenas espelho
do que eras... *vica além mar
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Rubem Alves: A complicada arte de ver

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram".

Educação
Eliana f.v. –Li Andorinha

Educação onde está...
que não percebo sua ação?

Vejo tantos desacertos
criança indo adiante
com pouco saber

Até mesmo sem entender
o que a professora quer dizer

ao ouvi-la sussurrar
você foi aprovada

Entra no jogo social...
esconde sua curiosidade natural...

E com a mesma falta de interesse
chega em casa e diz
mãe passei... 29-04-2009

domingo, 26 de abril de 2009

Primeiro de Maio -





"Arrebenta a tua necessidade e o teu medo de ser escravo,
o pão é a liberdade, a liberdade é o pão".
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... a greve de 1º de maio de 1886 em Chicago, nos Estados Unidos, não foi um fato histórico isolado na luta dos trabalhadores, ela representou o desenrolar de um longo processo de luta em várias partes do mundo que, já no século XIX, acumulavam várias experiências no campo do enfrentamento entre o capital (trabalho morto apropriado por poucos) versus trabalho (seres humanos vivos, que amam, desejam, constroem e sonham!).
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Meu Maio - Vladimir Maiakovski

A todos
Que saíram às ruas
De corpo-máquina cansado,
A todos
Que imploram feriado
Às costas que a terra extenua -
Primeiro de Maio!
Meu mundo, em primaveras,
Derrete a neve com sol gaio.
Sou operário -
Este é o meu maio!
Sou camponês -

Este é o meu mês.
Sou ferro -
Eis o maio que eu quero!
Sou terra -
O maio é minha era!


Dia Mundial do Trabalho

Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris.
A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.

"Creio bastante na sorte. E tenho constatado que, quanto mais eu trabalho, mais sorte tenho" Thomas Jefferson

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Pré-conteito (s)… II

O turbilhão intelectual
Dos mente-captos,
Promovem;

Os maquiavélicos desígnios
Dos tiranos,
Alimentam,

Sob o corrosivo dogmatismo,
Que as fímbrias do fanatismo
Enaltece,
E o espírito crítico
Adormece.
Isabel Rosete-
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"A pessoa devotada à burocracia perdeu a iniciativa. Está lidando com observações que lhe foram informadas, e parou de observar por conta própria. Foi essencialmente derrotada em seu trabalho" Prof. C. Northcote Parkinson



O homem é livre porque não é si mesmo, mas presença a si. O ser que é o que é não poderia ser livre. A liberdade é precisamente o que nada que é tendo sido no âmago do homem e obriga a realidade humana a fazer-se em vez de ser. JEAN-PAUL SARTRE, (1905 - 1980),

Trabalhador na luta da sobrevivência
sob o calor escaldante e demais intempéries
vítima da burocracia, injustiças em séries...
Castiga-lhe a flor do pensamento e sua carência

Desejo-te ar fresco, um sopro de liberdade menos aparência !
Águas por tudo que é mais sagrado às espécies !
Aguarda por mais justiça e pelo amor promessas...E, se tu viesses ...
Torce, que seu time ganhe, por um pouco de sexo e ricas vivências...

Ainda acredita que com sorte tenha um dinheiro extra, um amor...
Ao bom acaso roga uma prece.
No velho baú uma carta uma passagem antiga...

Já foi mais feliz; o que lhe parece...
Na juventude ou na infância, lembra a cantiga...
Melancólico, cabisbaixo como o querem, banha-se em suor e dor ...
* virgínia além mar

quinta-feira, 23 de abril de 2009

pense & art





O ser humano: o indivíduo e o grupo

autor NERI P. CARNEIRO -Publicado 11/04/2009
Sociologia , História , Filosofia , Educação

resumo -Desde quando o ser humano pode ser considerado homem? Não existe uma resposta exata. As ciências do homem embora busquem essa resposta, sabem quão difícil será encontrá-la. Talvez por isso se desenvolvam tantas teorias. Talvez por isso se choquem o criacionismo e o evolucionismo. O fato é que o ser humano se diferencia dos outros animais, por ser capaz de interferir conscientemente no mundo. Além disso, ao mesmo tempo em que preserva e deseja manter-se isolado e em sua individualidade, sente-se impelido para o grupo, formando a sociedade humana.






Ilustração O Pensador obra de Auguste Rodin foi de recusado três vezes pela Escola de Belas Artes de Paris. Sentiu-se então livre das rígidas fórmulas acadêmicas o que possibilitou que se tornar-se aos 20 anos, o primeiro escultor moderno e maior artista desta modalidade de todos os tempos...

A escultura foi criada inicialmente para ficar sobre "A Porta do Inferno", inspirado na obra de Dante - um artigo excelete no link -

Bem ao contrário do que ocorre em nossos dias, quando jovens artistas organizam "retrospectivas" prematuras do seu trabalho, Rodin tinha 60 anos no momento em que apresentou pela primeira vez o conjunto de sua obra. Exercício de fôlego do qual a exposição consegue oferecer uma visão bastante completa. Aqui está quase a totalidade de suas esculturas (120) e também mais de uma centena de desenhos e fotografias. Ao lado de alguns mármores e bronzes destinados à venda, são expostas obras célebres como L'Age d'Airan e outras inéditas, como pequenos gessos e colagens espontâneos colocados sobre pedestais de alturas variadas. Até a maquete do pavilhão na Praça Alma, feita pelos alunos da Escola Nacional Superior das Artes Aplicadas, é exibida para aguçar o espírito da época.
Duas décadas antes da Exposição Universal, Rodin procurava o movimento e a paixão, inspirando-se em Michelângelo. Desta época datam verdadeiras obras-primas, como Les Bourgeois de Calais. A mostra revela como Rodin trabalhava a expressão corporal em figuras frementes, plenas de vida onde as formas contavam tanto quanto a sua ação.

& mais

Literatura aqui


quarta-feira, 22 de abril de 2009

22 de abril -Terra. - Louvor à Gaia e ao meu País

Louvor à Gaia


Teu oco grande taça que abraça

leito de rios e mares

dádivas em altos montes

sombreias o mar profundo

impulsiona vento e pensamento

encostas, orlas

matéria densa nas rochas

graça em poeira luminosa

areia ondulante em desertos

sob teu abraço

crescem raízes do

sustento

em teu colo agasalhado

mira estrelas sonhador no breu da noite...

acorda em tempo

de acariciar teu peito em seu próprio tempo

Gaia gera

protege apoia do primeiro ao último suspiro

louvo te e aos quatro elementos ...

Salve Gaia Salve, com tua força motriz e arremesso

salve, teus filhos da ira dos deuses

compadece-te de seus lamentos

olvidados de ti senhora

Ergue-te em brados desperta

novos pensasentimentos

*virgínia além mar 22 abril 2007 dia mundial da TERRA


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MI AMOR POR LA TIERRA
©VICTORIA LUCIA ARISTIZABAL©

A la tierra, a la tierra, a la tierra
Afinemos los oídos como los ojos
gentes que rechazan la guerra
el cielo es un cantar y no yerra
porque la enamora con antojos
su puerta hoy con razón la cierra
llena de dolor, tristeza y enojos>
A la tierra, a la tierra, a la tierra
l Mundo de la música y la niñez
al que ha crecido sin esa preñez
de guardar odios y a ella se aferran
con valores, cuidándola con madurez
a los que la aman y no la entierran
tratándola con amor y sensatez
A la tierra, a la tierra, a la tierra
Pongamos de nuevo el rumbo
donde esculpimos sin dar tumbo
con alma de blancura radiante
de saberse con el alma eterna
porque la tierra es la que nos hace
con la canción con la que renace
la vida continua y claramente
con sus elementos nos gobierna
con sus movimientos nos alerta
con sus virtudes nos abre la puerta
con su fertilidad nos nutre y acierta
con su vuelo de amor es tan potente
que hace posible la noche poética
que hace posible vivirla con ética
porque es con Dios co-eterna
A la tierra que siempre empieza
sonora de guitarras en la mañana
con el corazón de sol en baladas
con almas que de ella enamoradas
le crean rutas que la engalanan
con sus selvas, ríos y montañas
se crean fieras y sentidas hazañas
soñando con príncipes y princesas
Es nuestra tierra un hogar sagrado
donde Dios para ser nos ha colocado
dando curso a nuestra experiencia
dando poder a nuestra conciencia
para asombrarnos con ella y darle
todo lo que nutre para habitarle
siendo nosotros solo sus pasajeros
gentiles viajeros que la caminan
que con moral la aman y atinan
a cuidarla porque sin ella morimos
tal como esta, todos mal vivimos
y con seguridad no nos querrá mas
y como sus habitantes no seremos
A la tierra, a la tierra, a la tierra
que es toda ella linda y entera
es nuestra única oportunidad
de poder rescatarla y restituirla
para que vuelva a respirar y ser
como vivieron nuestros antepasados
cuando no había guerra ni alocados
que pensaran en como contaminarla
cuando se adoraba al sol y a la luna
a la tierra germinando y ofreciendo
cuando se reverenciaba y se le oraba
como se le ora a Dios para amarle
El nos dirá: si ella Soy también Yo
porque por eso se las he entregado
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Crônicas Espaço Ecos Portal VMD


Orgulhosamente brasileira



Virgínia Fulber
Nosso País tem verdores, mares de azuis inconfundíveis, o privilégio da

luz solar e de ventos mensageiros.
Somos um povo mestiço e alegre e desejamos ser recebidos da mesma

forma como acolhemos estrangeiros .
Nosso rosto ainda guarda uma franqueza esperançosa, um brilho vital

apesar do verniz,resistimos bravamente,com a costumeira generosidade
herdada das palmeiras, que se dão em sombra, frutos, palha, raiz e
madeira.
A musicalidade de nossas múltiplas linguagens encanta e desafia ao que pretende engessar costumes acostumados a uma só sonoridade.
Ao gingado afro agregamos tons nacionais e a estes um sabor europeu e asiático.
Não tentem entender ou definir-nos, aqui a complexidade é mais visível .
De norte ao sul nossos sabores realçam a cor da pele, estão na arte que
integra criativa e generosamente aos quatro elementos um quinto; a Poesia
de um por-vir...
Estamos aos poucos reconhecendo o nosso próprio valor sem imputar verdades, mas mostrando-nos ao velho mundo; flexibilidade, jovialidade e revolução pacífica são caminhos a aprender.

Digere rochas mar e vento...

Assim como no esporte nacional chutamos para frente, driblamos problemas, contornamos obstáculos,temos desafiado gentilmente,rígidos padrões a entregarem-se ao sabor dos devires brasileiros ...
Eu sou louca pelo meu País por sua topografia que agrega à terra resquícios, ossos de nossos ancestrais e, nos ventos são audíveis ensinamentos desiguais...

virgínia além mar – abril 09 Um prazer estar aqui entre artistas consagrados e novos talentos.
Virgínia Fulber, nascida em Novo Hamburgo-RS, no início de uma primavera a mais de cinquenta anos. Assina como virgínia além mar suas obras, alcunha recebida da Escritora e Poeta Vânia Moreira Diniz. Dedica-se à Poesia e a Prosa literária a mais de quarenta anos. Desde 2001 Colaboradora e Colunista do Site Portal VMD e coordenadora do Canal de Filosofia do Espaço Ecos dentro deste mesmo Portal. Membro dos Poetas Del Mundo e da AVSPE (Academia Virtual Sala Poetas e Escritores). Membro da Academia Virtual Brasileira de Letras (AVBL). Possui textos e poemas em outros sítios na Internet –BLOCOSONLINE , Recanto das Letras entre outros. Participações nas obras ; ANTOLOGIA Poetas do Café Vol l- 2006. LIVRO ECO ECO-AR AR-TE PARA O REENCANTAMENTO DO MUNDO- (Org.) Michèle Sato Ed. UFSSCar, 2007. Antologia Poetas Pela Paz e Justiça Social – Ed. Alcance na 53-Feira do Livro em Porto Alegre-RS. Exerce a profissão de Terapeuta agregando referencia da filosofia de Nietzsche e Espinosa,apostando na vida como obra de arte e buscando ampliar a visão de mundo ocidental, buscou na filosofia oriental , nas artes e na física agregar conhecimentos. Instrutora de Yoga Esotérica Taoísta, formação internacional e pesquisadora da cultura indígena - Xavantes, convivência na Aldeia Pimentel Barbosa-MT,1983.




terça-feira, 21 de abril de 2009

Biblioteca Digital Mundial - & Dia Internacional do Livro

Unesco inaugura oficialmente a Biblioteca Digital Mundial
Há 2 horas -PARIS, França (AFP) — A Biblioteca Digital Mundial (BDM) - um portal gratuito no endereço
www.wdl.org, que oferece uma seleção de documentos procedentes das grandes bibliotecas internacionais - foi inaugurada oficialmente nesta terça-feira na sede da Unesco em Paris.
A BDM oferece opções de pesquisa e navegação na internet em sete idiomas - inglês, árabe, chinês, espanhol, francês, português e russo - e apresenta conteúdos em mais de 40 idiomas.
A biblioteca foi desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso Americano, com suporte técnico da Biblioteca de Alexandria, no Egito.
O lançamento aconteceu na sede parisiense da Unesco, na presença de seu diretor-geral Koichiro Matsuura, e de James H. Billington, diretor da Biblioteca do Congresso americano.
Em 2005, a Biblioteca do Congreso propôs a organização de uma BDM para oferecer gratuitamente uma ampla gama de livros, mapas, filmes e gravações oriundas de bibliotecas nacionais.
O projeto, no qual participam a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.
Sem esquecer a contribuição de Estados como o Marrocos, Uganda, Qatar, México e Eslováquia.

Entre os inúmeros tesouros culturais da nova biblioteca digital estão reproduções das mais antigas grafias e fotografias raras da América Latina.
A Unesco sempre considerou as bibliotecas a continuação da escola.
"A escola prepara as pessoas para ir às bibliotecas e hoje as bibliotecas se tornaram digitais", resumiu Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.
"Os países emergentes querem ver como isso funciona para criar em seguida bibliotecas digitais nacionais", destacou Abid, precisando que a Unesco proporá ajuda a seus membros que não tiverem meios técnicos ou financeiros para digitalizar seus acervos.
O criação da BDM estará acompanhada por uma campanha de mobilização que tenta reunir até o fim de 2009 cerca de 60 países associados.
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Leitora apaixonada-
*virgínia além mar

Acariciando com olhar a face de um antigo companheiro reencontro a fenda

que me leva além do tempo e penetro reminiscências... Aventuras rabiscadas
na memória ainda tenho, na orelha velhas notas,como brincos de esmeraldas, atiçaram a curiosidade com a beleza de vozes estrangeiras ... Bem ao meio sublinhadas, palavras e sentenças inteiras guiam-me ao conhecimento...
Descobri através do Livro-amigo, que o melhor momento está no intervalo,

entre a palavra e silêncio.
Àqueles que jamais toquei, embora as almas suas em mim habitam, pessoas

de carne e ossos como nós, escreveram para que não esqueçamos o calor de suas vozes, o clamor de seus espíritos.
Como chamas ardentes ainda queimam as dores produzidas pela ignorância e solidão dos aflitos.
Seja em versos, literatura de ficção, nas letras da filosofia ou das ciências

exatas às artes, os fonemas penetram na raiz do tempo, temperando a seiva
do que há por se produzir.
Se a imaginação nos é própria, que a cultivemos amplamente e, através dos Livros, filhos desgarrados, possamos inscrevemo-nos nas histórias, traspassar

e transcender dolorosas memórias.
Com estas singelas palavras desejo manifestar meu apreço a todos Escritores

e também aos Editores, neste dia 22 de abril em que comemoramos o Dia Internacional do Livro.
virgínia fulber além mar na AVBL- http://www.avbl.com.br/website/?p=Yz04NTUmYT1TQg


DO ESPIRITUAL NA ARTE- Para Kandinsky, paleta e máquina de escrever foram dois instrumentos complementares. Servia-se de uma e da outra com o mesmo virtuosismo. Essa necessidade de coerência propriamente pictórica, que o leva a procurar uma gramática dos meios da arte, e sua profecia de uma nova era tiveram uma profunda repercussão até nossos dias.
http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=15242#200