quinta-feira, 24 de setembro de 2009

PARABÉNS QUERIDA AMIGA VIRGÍNIA!

Minha querida Amiga
Virgínia...
não encontro palavras
suficientes para dizer
a riqueza que tua amizade
acrescentou e ainda acrescenta
em meu bem viver
És a Amiga-irmã que os
anjinhos passarinhos
me deram de presente
Parabéns!
Muita Alegria...
Paz...e Energia Positiva
nesse... e em todos
os dias de sua vida
Com carinho
e Amizade sincera
da Eliana
24 - 09 - 2009
*essa foto tirei especialmente
para o teu aniversário*

Vânia deseja-lhe felicidades no dia de hoje



Vica querida,
Há 10 anos acompanho não só a poeta, escritora e terapeuta extraordinária, mas também a mulher generosa, inteligente, competente, amiga e extraordinariamente sensível.
E tenho certeza que no dia que você nasceu o sol era mais luminoso e brilhante. E não digo isso apenas como poeta, mas com a convicção plena que no dia 24 de setembro de sua chegada em nosso planeta nascia alguém que seria importante para a humanidade por que o dom do amor , da solidariedade e do conhecimento iam regar de mais frutos o mundo para o qual estava vindo.
Hoje é dia de seu aniversário, o dia que você nasceu e por isso mais que tudo homenageio essa data com o carinho da minha amizade eterna e inabalável.
Que esse dia de primavera florida seja repleto de amor e alegrias e que seus sonhos se realizem em todos os sentidos.

Muita paz, sucesso, saúde, amor e creia que estará sempre em meu coração como já acontece há 10 anos memoráveis.
Parabéns, com imensa ternura e amizade profunda
Beijos
Vânia Moreira Diniz

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

R E N O V A Ç ÃO - virgínia formt Efigênia AVSPE


R e n o v a ç ã o
* virgínia além mar

Quando o ar se fez caliente

Entre as folhas iniciou-se o burburinho
Pequeninos preparavam ninho
Olhar e terra acolheram semente

Esquecidos do sábado e do presente
Viam-se flores e sorvia-se vinho
Espera-se que o lar resista, permanente
Ao luar, às crises ao linho...

Quando o azul fez-se mais brilhante
Multiplicavam-se como pipas, coloridas
Pássaros, sorrisos, guirlandas

E, a nudez pálida pariu voz comovida
Ao sabor de casais de Corruíras nas varandas
E, a Primavera fez-se visível no semblante .


formt-Efigenia Coutinho Presidente Fundadora AVSPE
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

AMIGA ÁRVORE! 21-09-2009-Eliana F. Valença - Li Andorinha

AMIGA ÁRVORE!
Eliana f.v. – Li Andorinha

Mesmo com algum receio...
É maravilhosa a sensação
De subir em seus troncos...

De sentir o balançar
dos seus galhos!

Quando criança...
Em seu colo encontrei
a pura alegria de viver
Sem portas....janelas...
nem paredes...

Só a vibração contagiante
do pulsar de suas veias

Hoje contemplando-a
Faz minha alma dançar
em deliciosas lembranças
Brincando com suas folhas
***

domingo, 20 de setembro de 2009

21 de setembro


Eventos da Hora de Acordar Global por cinco minutos nesta segunda feira !

excelentes leituras
Protegendo as árvores histórico
Importância e qualidadeUma árvore é assimUma espécie brasileiraÁrvores do Brasil
Conheça as árvores do Brasil CentralÁrvores em risco de extinçãoBela e ecologicamente corretaOpinião

És o símbolo do visível e do invisível
da ligação entre o telúrico e o cósmico

És desde o princípio de todo conhecimento
e esquecimento, um vínculo...

Árvore és mãe, pai e ancestralidade

És ensinamento dos ciclos
vida, morte e renascimento

És abrigo e matriz...

Em cada uma, importância única
e fundamental

Aquele de ti olvidado
também o fez da floresta,
move-se como espectro,
esquecido do grão, do pássaro, dos veios d´água
que nutrem seu próprio tronco

Negando-te, renega não somente a ti
mas a si e à sua humanidade ...

*vica além mar

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A busca da luminosidade-Desfaço 76 anos... Rubem Alves

Desfaço 76 anos... Rubem Alves

Livro sem fim Rubem Alves

et- Depois de ter experimentado anos de extrema pobreza, Monet começa a prosperar. Em 1883 aluga uma casa em Giverny. Em 1887 expõe novamente em Nova York. Em 1890 a casa é comprada e em 1891 Monet conclui Os Montes de Feno e a série de paisagens do rio Epte. Em 1892 Monet e Alice casam-se. Cuidar do jardim torna-se uma de suas atividades preferidas, são contratados seis jardineiros para ajudá-lo nesse trabalho. É 1893 é comprado também um terreno vizinho onde Monet constrói o jardim aquático, que seria sua grande fonte de inspiração nos anos seguintes.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ser humano: poético e prosaico - Leonardo Boff - 13 set 09

Disse um dos mais inspirados poetas alemães Friedrich Hölderin (1770-1843):”é poeticamente que o ser humano habita a Terra”. Completou-o mais tarde um pensador francês, Edgar Morin: ”é também prosaicamente que o ser humano habita a Terra”. Poesia e prosa além de gêneros literários, expressam dois modos distintos de ser.


A poesia supõe a criação que faz com que a pessoa se sinta tomada por uma força maior que ela, que lhe traz conexões inusitadas, iluminações novas, rumos novos. Sob a força da criação, a pessoa canta, sai da rotina e assume caminhos diferentes. Emerge então o xamã que se esconde dentro de cada um, aquela disposição que nos faz sintonizar com as energias do universo, que capta o pulsar do coração do outro, da natureza e do próprio Deus. Por esta capacidade se desocultam supreendentes sentidos do real.


“Habitar poeticamente a Terra” significa senti-la como algo vivo, evocativo, grandioso e mágico. A Terra são paisagens, cores, odores, imensidão, fascínio e mistério. Como não se extasiar diante da majestade da floresta amazônica com suas árvores quais mãos ao alto tentando tocar as nuvens, com o emaranhado de seus cipós e trepadeiras, com as nuances sutis de seus verdes, vermelhos e amarelos, com os trinados das aves e a profusão de frutos?


Como não quedar-se boquiaberto pela imensidão das águas que se espraiam mato adentro e descem molemente para o oceano? Como não sentir-se tomado de temor reverencial quando se anda horas e horas pela floresta virgem como me tocou várias vezes com Chico Mendes? Com não sentir-se pequeno, perdido, bichinho insignificante face à incontável biodiversidade? Habitamos poeticamente o mundo quando sentimos na pele o frescor da manhã, quando padecemos sob a canícula do sol a pino, quando serenamos com o cair esmaecido da tarde, quando nos invade o mistério da escuridão da noite. Estremecemos, vibramos, nos enternecemos, nos aterramos extasiados diante da Terra em sua inesgotável vitalidade e no encontro com a pessoa amada. Então todos vivemos o modo de ser poético.


Lamentavelmente, são cegos e surdos e vítimas da lobotomia do paradigma positivista moderno aqueles que vêem a Terra simplesmente como laboratório de elementos físico-químicos, como um conglomerado desconexo de coisas justapostas. Não. Ela é viva, Mãe e Pacha Mama.


Mas habitamos também prosaicamente a Terra. A prosa recolhe o cotidiano e o dia-a-dia cinzento, feito de tensões familiares e sociais, com os horários e os deveres profissionais, com discretas alegrias e disfarçadas tristezas. Mas o prosaico esconde também valores inestimáveis, descobertos depois de longa internação num hospital ou quando regressamos, pressurosos, após penosos meses fora de casa. Nada mais suave que o desenrolar sereno e doce dos horários e dos afazeres caseiros e profissionais. Temos a sensação de uma navegação tranquila pelo mar da vida.


Poético e prosaico convivem, se complementam e se revezam de tempos em tempos. Temos que zelar pelo poético e pelo prosaico de nossas vidas, pois ambos se complementam e estão ameaçados de banalização.


A cultura de massas desnaturou o poético. O lazer que seria ocasião de ruptura do prosaico foi aprisionado pela cultura do entretenimento que incita ao excesso, ao consumo de álcool, de drogas e de sexo. É um poético domesticado, sem êxtase, um desfrute e sem encantamento.


O prosaico foi transformado em simples luta darwiniana pela sobrevivência, extenuando as pessoas com trabalhos monótomos, sem esperança de gozar de merecido lazer. E quando chega o lazer, ficam reféns daqueles que já pensaram tudo para elas, organizaram suas viagens e fabricaram-lhes experiência inesquecíveis. E conseguiram. Mas como tudo é artificialmente induzido, o efeito final é um doloroso vazio existencial. E ai dá-lhes depressivos.

Saber viver com leveza o prosaico e com entusiasmo o poético, é indicativo de uma vida densamente humana.

Leonardo Boff é autor de O despertar da águia: o dia-bólico e o sim-bólico na construção da realidade, Vozes 1999. Ilustre colaborador do Canal de Filosofia do Espaço Ecos Portal VMD, entre outros sítios da Rede.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Carlos Drummond de Andrade

Mundo Grande

Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo, por isso me grito, por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias: preciso de todos.
Sim, meu coração é muito pequeno. Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens. A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.
Tu sabes como é grande o mundo
Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens, as diferentes dores dos homens, sabes como é fácil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso num só peito de homem...
sem que ele estale.
Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros, tão calma.
Não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos, tão calma!
vai inundando tudo...
Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos - voltarão?
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo desaprendi a linguagem com que homens se comunicam.)

Outrora escutei os anjos, as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.
Outrora viajei países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.

Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e trouxeram a notícia de que o mundo,
o grande mundo está crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.
Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo, entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode. -
Ó vida futura!
nós te criaremos.

Carlos Drummond de Andrade

domingo, 13 de setembro de 2009

Alegria é ... Vânia Moreira Diniz



<... Alegria é viver, sentir amar, realizar, ter amigos, compreender, é rir de dentro para fora e sentir prazer nas pequenas coisas, alegria é reconhecer o erro e saber se desculpar sem timidez- - Vânia Moreira Diniz (clique para ler crônica na íntegra )

sábado, 12 de setembro de 2009

Sul do Brasil em alerta: chuva de setembro já supera a média-
11 de setembro de 2009
Em 11 dias, a maioria das estações já registrou quantidade igual ou superior à média histórica para setembro. Só isto já é motivo de alerta e preocupação, pois com a chuva absorvida até agora o solo já está ficando saturado e os rios cheios, alguns até alcançando a cota de alerta de transbordamento, como acontece em rios do planalto norte de Santa Catarina, área próxima da divisa com o Paraná. Daqui para frente, o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de córregos e rios só vai aumentar. A situação é de alerta permanente.


E n x u r r a d a

Neste sexto ( ?) dia chuvoso
o cinza afinal habitou-me
quero a cor de orquídeas
o perfume suave nas brisas...

As janelas lambuzadas de saudade estão
das doce caminhadas
de um por de sol intenso
do berço descoberto
das aves que adentram o coração da casa
em busca de sombra e nectar
de um regozijoso olhar

Ininterrupta chuva despetalou meu sonho primaveril
o estiolamento habita floreiras encharcadas...
e, o alegrar-se dos sapos nesta hora não me apraz...

Verifico a caixa de E mails
há uma enxurrada de repasses a vista embaralha,
já estou tonta diante da tela,
preciso de ar seco- freco,
de estrelas e um luar! -
* virgínia além mar * 12 set 09

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Flor Azul e o Pássaro de Fogo...artefilospsipoesia


Resta a dança do luar sobre a luz das manhãs
Por restar a esperança da paz no lar sonhado


Corre nos veios d´ água o encontro da poesia
com a filosofia , aquém e ao mais além do humano demasiado...


Abriga o brincar , o inútil , a arte a possibilidade de
subtrair o que distrai do mais íntimo pulsar ?


Buscando o pássaro de fogo a cada adormecer
despertar-se-á para o renascer em todas manhãs
e, na espiral celeste habitaremos sem tripudiar ?

Enquanto ao som dos riachos

são tecidos os fios das flores azuis possíveis... *virgínia além mar

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Fragmentos de Filosóficos de - Novalis e , Georg Lukács & além


Afortunados os tempos para os quais o céu estrelado é o mapa dos caminhos transitáveis e a serem transitados, e cujos rumos a luz das estrelas ilumina. Tudo lhes é novo e no entanto familiar, aventuroso e no entanto próprio. O mundo é vasto, e no entanto é como a própria casa, pois o fogo que arde na alma é da mesma essência que as estrelas. (...)
Na verdade, a filosofia é nostalgia, o desejo de se sentir em casa em qualquer lugar. -Das allgemeine Brouillon - Georg Friedrich Philipp Freiherr von Hardenberg-
cujo pseudonimo é Novalis

Eis porque a filosofia, tanto como forma de vida quanto como a determinante da forma e a doadora de conteúdo da criação literária é sempre um sintoma da cisão entre interior e exterior, um índice da diferença entre o eu e o mundo, da incongruência entre alma e ação.
Eis porque os tempos afortunados não têm filosofia, ou, o que dá no mesmo, todos os homens desse tempo são filósofos, depositários do objetivo utópico de toda a filosofia.- LUKÁCS, Georg. Teoria do romance. – pg 25-
Encontrei também disponível na rede o Livro Qu'est-ce que la philosophie-
O que é a Filosofia - de Deleuze e F. Guattari, havia doado o meu e com saudades fui ao google e, achei, vou reler qualquer hora .

visite o Canal de Filosofia Espaço Ecos Portal VMD -um ppt muito bom aqui -

imagens créditos - 1 -fonte virgínia - 2- pássaro de fogo -Mateus,GabrieleMarina