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terça-feira, 7 de julho de 2009

coisas que se aprende filospsi pedagogia ...

Café Filosófico - O amor é uma coisa que se aprende - Contardo Calligaris - 44:49 - 02/09/2007
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"Oscar Wilde notou: as pessoas passaram a olhar languidamente para o pôr-do-sol só depois que esse fenômeno natural se tornara objeto das...todos » "Oscar Wilde notou: as pessoas passaram a olhar languidamente para o pôr-do-sol só depois que esse fenômeno natural se tornara objeto das aquarelas de Turner. Era um jeito de dizer que a realidade não nos sugere o que pintar, ao contrário: é a pintura que nos ensina a olhar. No caso do amor, acontece algo parecido. Sempre houve sentimentos amorosos, mas nossa experiência do amor não tem nada (ou quase) de natural: é uma retórica de sentimentos que aprendemos, assim como uma língua. A cultura moderna produziu um imenso repertório do amor. Aprendemos a amar nos romances, filmes, novelas, letras das músicas populares. O começo do século é um bom momento para fazer uma espécie de balanço, não do que sabemos (sempre muito pouco), mas da variedade do repertório graças ao qual somos amantes. Neste programa o psicanalista Contardo Calligaris desenvolve a idéia de que “o amor é uma coisa que se aprende”. Calligaris vai buscar nas origens das narrativas amorosas uma verdadeira revolução que gerou o mundo moderno. A partir do século 18, o amor foi o agente ideológico da supremacia do indivíduo contra as regras sociais. Com isso, o sujeito passa a ter que inventar a si mesmo, e nisso as narrativas desempenham papel fundamental. Nós todos aprendemos a amar no mesmo repertório cultural das histórias que contamos, vemos e ouvimos. " O programa Café Filosófico é uma produção da TV Cultura em parceria com a CPFL Energia.«

Até entre os peixes a gente encontra os que pulam e saltam cascatas acima. – S Guimarães
-Exato, aprenderam. E só há um caminho para isso, essa sabedoria é a prática quem dá. – PFreire. -
Paulo Freire - Pedagogia Dialogo & Conflito.zip -
Moacir Gadotti, Paulo Freire e Sérgio Guimarães. 4. ed. – São Paulo: Cortez, 1995

Café filosófico Psicanailistas A.Veronica e CCalligaris