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quarta-feira, 13 de junho de 2012

devir(es) infancia (s)

apaixonante, espero estar assim quando for uma legítima anciã!!, abraços a todos que curtem os devires infâncias!
  devir... virgínia vicamf
O que é a infância senão florilégio
Estágio inicial de experimentação
Do qual gozamos e revivemos com emoção
Dia é chegado de celebrar momento régio
 
De  infância poderíamos  cobrir o coração
Se aos devires infância abrisse-nos ao privilégio
Ao contato com crianças no colégio
Louvar tempo - brinquedo e viver uma porção
 
Mas queremos educar sentidos
Converter ouvidos
Amputar olhares comovidos
 
Há  tempo de o esquecido  reaver
Desautomatizar buscar fluidez no viver
Rodopiar, olhar de baixo para cima o carretel de estimas! 
  *virgínia fulber ( além mar - vicamf momberger - facebook ) out.-2009 publicado no Portal VMD 



A atividade de escrever não tem a ver com o problema pessoal de cada um. A literatura, a escrita, tem fundamentalmente a ver com a vida.Mas vida é qualquer coisa superior ao que é pessoal... Escrever é sempre se tornar alguma coisa. Nós escrevemos para a vida e nos tornamos alguma coisa. Escrever é devir, é se tornar tudo aquilo que se quer, menos um escritor... Há um devir-infância da literatura, mas não de uma infância em particular...
 
Não escrevo contra alguém ou algo. Para mim, escrever é um gesto absolutamente positivo: dizer o que se admira e não combater o que se detesta. Escrever para denunciar é o mais baixo nível da escrita. Em contrapartida, é verdade que escrever significa que algo não vai bem no estado da questão que se deseja abordar. Que não se está satisfeito. Então, eu diria: escrevo contra as idéias prontas. Escrevemos sempre contra as idéias prontas.- Frag do Abecedário de Gilles

créditos das imagens -  http://www.facebook.com/WithaView