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sábado, 7 de março de 2009

A Mulher na história

A MULHER NA HISTÓRIA



@ apresentada, ora como figura fatal, ora desmedidamente exaltada;
@ na Bíblia, a origem dos males que afligem a humanidade (Gên.3),criada para viver eternamente feliz num paraíso terrestre;
@ Pandora, a Eva dos gregos, responsável por todos os males do mundo;
@ simbolizando as grandes virtudes - fidelidade conjugal e trabalho manual - Ísis aprece no antigo Egito;
@ com formas femininas, a antiguidade venerava Cibele, Ceres, Diana, Vênus, Atena (na Grácia); Vesta, Minerva (Roma); Astartéia (Fenícia e Babilônia); Frega e Nana (na Escandinávia);
@ concepção extremada - "ora é encarnação da maldade, ora enfeitada com as mais excelsas virtudes";
@ o judeu ortodoxo, na oração da manhã, rezava: "Eu te agradeço, ó Senhor, por não ter nascido gentio, não ter nascido escravo, não ter nascido mulher";
@ os gregos queriam uma esposa fiel, dedicada ao lar, ao gineceu. Os homens "tinham as heteras (prostitutas elegantes) para o recreio do espírito; as pallakés (concubinas morando na casa) para a satisfação dos sentidos; a esposa para dar-lhes filhos;"
@ para os gauleses e germanos, a mulher era símbolo e modelo de virtudes;
@ entre os godos, leis severas protegiam a mulher. Tocar o seio de uma mulher era crime;
@ os escandinavos disputavam a mulher à força. E elas gostavam...
@ os francos conquistavam as esposas pela violência. Raptavam-na;
@ mulçumanos colocavam o homem no pedestal. A mulher no sopé. Os homens são superiores, diz o alcorão;
@ no primeiro período da época feudal a mulher era escrava. Os cavaleiros militares, na vitória, não procuravam deslumbrar a bem-amada. o palafrém era mais importante;
@ mais tarde, por influência dos celtas, a brutalidade, a força cedeu lugar à delicadeza, ao gestos galantes e suspiros de ternura. trovadores cantavam o amor, os prazeres da vida e a beleza das damas;
@ costume antigo na Alemanha, Um condenado à morte era perdoado se uma moça o quisesse desposá-lo´;
@ "a mulher pertence com seus filhos ao marido assim como a macieira e suas maçãs pertencem ao dono." (Codigo Civil de Napoleão Bonaparte). Segundo esse código o marido pode matar a mulher flagrada em infidelidade.

Fonte de Consulta: JUSTO, Henrique , Somos Diferentes - Aspectos da Psicologia Diferencial. Editora La Salle, Canoas/RS 1976

Um comentário:

  1. Vica querida,
    Maravilhoso texto e como sempre passando um conhecimento que só enriquece nosso espírito.
    Parabéns pelo dia de hoje e pela competência tão inerente em você.
    Agradeço estar a seu lado nessa caminhada.
    Beijos
    vânia Moreira Diniz

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