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terça-feira, 2 de junho de 2009

VEREDICTO(s) DO INCONSCIENTE

VEREDICTO DO INCONSCIENTE II
VEREDICTO DO INCONSCIENTE

A palavra escrita ou falada,
Mesmo que queira o autor
Tomado por sua dor ao constatar seu anúncio
Na tela...
Na folha de papel...
No “outdoor”... Nos muros...
Nas calçadas das ruas...
Continuam sendo suas,
e, não adianta apagar.
Veredicto do inconsciente,

Que comanda toda a gente
que vive sobre o planeta,

Seja para a paz e o amor,
Seja para a guerra e dor.

Não adianta dormir, Nem tanto tentar fugir...
Isso que foi anunciado,
Para sempre estará gravado
Nos lugares mais sagrados
Daquele que professou.
Salete Cardozo Cochinsky -2005

Lembro a vocês que tudo o que é manifestado pela linguagem, se não pode ser apagado, pode ser re-significado, ou seja, a próxima palavra, sinal, frase, página, existe para isso mesmo; correção e desdobramento. Até mais,
-Salete Cardozo Cochinsky -Porto Alegre, RS, Brazil Psicóloga/Psicanalista-

Um comentário:

  1. Virginia minha princesa amiga,que lindo slide
    dedico este poemeto para minha amiga Virginia

    No embalo da Maré
    Sinto sua preseça no embalo azul da maré,
    que de olhos atenta deitada na beleza das pedras,bebe o vai e vem de barcos,onde as asas da paz faz moradia,o sol se inclina em sublime devoção a tanto esplendor,a deusa nua expondo-se inteira para o beijo da natureza. Dora Dimolitsas

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comentários são bem vindos, grata!